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"Todos sabem fazer história - mas só os grandes sabem escrevê-la." (Oscar Wilde)


sábado, 10 de agosto de 2013

Avaliação História

Dia do Folclore

Dia do Folclore

 

Festa de Reis, Procissão do Fogaréu e Saci-Pererê
Podemos chamar de folclore aquilo que é fantasia, invenção de um povo, onde são envolvidas suas tradições, costumes e lendas.
São as manifestações populares que podem aparecer em festas, alimentos, remédios, crenças, superstições, danças, contos populares, provérbios, adivinhações, apelidos, artigos de artesanato, brincadeiras infantis, dentre várias outras.
Esses elementos folclóricos são transmitidos de pai para filho, de geração a geração, sem que se percam ao longo do tempo. Variam de região para região, de grupo social, de etnia.
A palavra folclore é derivada das palavras “folk e lore”, que significam povo e conhecimento, respectivamente.
O surgimento da data se deu através do arqueólogo inglês William John Thoms, onde o mesmo resolveu fazer um estudo sobre as tradições e lendas do seu país, solicitando apoio a uma revista de Londres.
Para isso, William não usou seu nome, mas o pseudônimo de Ambrose Merton, pois temia não ser entendido. A revista publicou a carta no dia 22 de agosto de 1846, motivo pelo qual foi escolhido como o dia do folclore.
O folclore brasileiro se originou através da mistura de diferentes raças, como dos índios, dos negros e dos brancos que colonizaram nossa terra. A mistura dos conhecimentos de cada uma dessas raças foi sendo transmitida para a outra, formando nossa identidade cultural.
Os personagens folclóricos mais conhecidos da nossa cultura são: o Curupira, o homenzinho que vive nas florestas, tem os pés voltados para trás, cabelo vermelho e que protege a natureza dos homens que tentam destruí-la; o Saci-Pererê, negrinho de uma perna só, que usa uma carapuça vermelha e fuma cachimbo, faz travessuras, esconde objetos, entra em redemoinhos e também assusta pessoas que tentam destruir as florestas; o Boto é uma espécie de peixe que se transforma em homem, para encartar as moças, levando-as para morar com ele nos rios do Amazonas; e a mula-sem-cabeça, uma mulher que fez tanto mal que a própria natureza a fez soltar fogo pelo pescoço, como castigo.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Musica da decada de 40

Atividade I- "As rainhas do rádio"

Na primeira atividade, analisaremos cinco músicas, todas na interpretação daquelas cantoras conhecidas como "rainhas do rádio" em fins dos anos 40 e primeira metade da década de 1950. Tais músicas pertencem ao gênero musical Samba (e suas derivações: Marchinha de carnaval e Samba-canção).
Dinâmica para desenvolvimento da atividade:
  • O professor poderá reproduzir as músicas para os alunos a partir de seu computador/aparelhagem de som.
  • Ou indicar aos alunos a localização das músicas na Internet por meio de seus respectivos links, informados abaixo.
  • Ouvir as músicas buscando contextualizá-las, ou seja, associá-las ao período da República Democrática.
  • Escutar acompanhando a letra e analisar os documentos musicais a partir das questões propostas.
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MÚSICA 1- "Chiquita Bacana" - canta Emilinha Borba

Autores: Alberto Ribeiro e João de Barro Gênero: Marchinha de carnaval
Gravadora, ano: Continental, 1948 Formato de lançamento: disco de 78 rpm

LINK do YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=JKs7yPcrsOk.  Acesso em 16 de maio de 2011
Emilinha  
LETRA
Chiquita Bacana lá da Martinica
Se veste com uma
Casca de banana nanica.

Não usa vestido, não usa calção;
Inverno pra ela é pleno verão.
Existencialista (com toda razão!),
Só faz o que manda o seu coração.


Disponível em: http://letras.terra.com.br/marchinhas-de-carnaval/430712/. Acesso em 16 de maio de 2011
Mais informações sobre a cantora: http://pt.wikipedia.org/wiki/Emilinha_Borba. Acesso em 16 de maio de 2011
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dutra.htm. Acesso em 20 maio de 2011.
  1. Tome nota da gravadora, ano e formato de lançamento da música.

Atividade1.4 Registro de suas reflexões em seu Diário de Bordo


 As aula de Tecnologia na Educação são muito validas para a nossa formação, pois são orientações úteis que faz refletir sobre a nossa prática docente e aprendendo a utilizar as tecnologias que estão próxima a nos,mas que as vezes não usamos por não saber utilizá-las, mas nas aulas de formação da tecnologia que temos estão sendo apresentados novas ferramentas e novos programas tecnológicos que podem ser utilizadas na prática ensino aprendizagem. Tenho muitas dúvidas em utilizar as novos ferramentas, mas isso só vou superá-las a partir do momento que usá-las na prática, a orientadora Silvana Lopes tem uma dedicação e paciência para com os seus alunos,pois aquilo que nós não conhecemos se torna difícil, mas com ajuda da mesma são apresentadas formas de usar as ferramentas que estão disponíveis nas novas tecnologias na Educação.